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PROGRAMAÇÃO 

quinta-feira, 25

de novembro.

PALESTRAS

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Profª Drª Cassiane Paixão

(Brasil)

09:00h (BRT)

Os sopros de uma cidade negra

Pensar a cidade negra do Rio Grande ,a partir de trabalhos de pesquisa que olham e escutam a cidade , a partir da memória coletiva, como seus habitantes falam, veem e escutam os ventos do Rio Grande.

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Profª Drª Janice Appel

(Brasil)

10:00h (BRT)

Jardim como lugar da paisagem na arte contemporânea

Como se relaciona a arte com os processos de transformação urbana e social? Qual papel e função têm os processos de participação? Como se pode ativar a criatividade social em um entorno determinado? Como se podem desenvolver processos criativos que a médio e longo prazo incidam a um entorno local? Como se pode formar parte de ambitos de ação coletiva através de processos criativos? A transformação de uma cidade está aberta a projetos? Que relação há entre as políticas culturais e planificação territorial ? Podem os contextos locais fazer parte do discurso cultural global? De uma maneira geral, a condução para possíveis respostas seria o de reforçar a noção de conectividade que o jardim ocupa na paisagem na qual se apresenta.

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Profª Drª Daniele Caron

(Brasil)

14:00h (BRT)

Margem como invenção: instaurando existências singulares na paisagem costeira 

Propõe-se pensar a paisagem como experiência viva e complexa através das narrativas que a constituem, a fim de convocar problemáticas urbanas instauradas a partir de processos de subjetivação capitalísticos que modulam as práticas, os espaços e os tempos. A paisagem da margem, aquilo que chamamos de costa, desde sempre incansavelmente apropriada e disputada pelo humano, vem se convertendo em uma espécie de moeda de supremacia do valor de troca, operando transformações e velocidades que negam a multiplicidade e a diferença no urbano. Ainda assim, nas brechas de tudo aquilo que o capital pode chegar a provocar em uma paisagem, sobrevivem modos de fazer mundo que dizem de existências singulares. Os processos artísticos que dão passagem às narrativas que animam estas frestas da paisagem costeira, que deslocam os sentidos de uma paisagem homogênea, elitizada e fetichizada a partir da expropriação dos recursos e da própria vida, podem, efetivamente, operar uma política que não se dê a partir do dano e sim a partir da partilha.